Realizado nos dias 16 e 17 de outubro, o MADA reuniu artistas de diferentes gerações, estilos e territórios da música brasileira. A programação contou com nomes como Zeca Pagodinho, Marina Sena, Emicida, BaianaSystem, Gaby Amarantos, Duquesa, Tribo de Jah com Célia Sampaio, Luiz Lins e Nanda Tsunami, além de artistas potiguares e representantes das cenas independentes, urbanas e eletrônicas
Bass Persuades, canção-título, abre o projeto evocando uma entrevista em que Miley comenta o quanto gosta das músicas do Blondie. A letra dialoga com Autoamerican, álbum lançado pela banda em 1980, e, de certa forma, soa como sua própria versão de Rapture: muito mais do que um convite para interagir uns com os outros em vez de com nossos smartphones, é um chamado para aceitar a si mesmo e abraçar a liberdade que merecemos
O território de Siena como ponto de partida e de chegada da turnê italiana do artista brasileiro: apresentações em San Galgano, no Capitólio, em San Gimignano, Monteriggioni e Colle Val d’Elsa.
A primeira noite do Mimo, em Olinda, apresentou em sua programação um recorte interessante envolvendo novos nomes para o público local, como a Gabriele Leite e Capicua, mas também abriu espaço para atração do tipo arrasa-quarteirão como no caso da BaianaSystem
Não vou deixar de acompanhar a Miley, porque já superei o fato de ela não atender às minhas expectativas desde 2010, quando esperava que viesse um Plastic Hearts e recebi um Can't Be Tamed. E, mesmo com a intensidade dos sentimentos na adolescência, escolhi continuar aqui
“Sunshine” captura, portanto, a atmosfera elegante, luminosa e motivadora que impulsionou a banda ao topo. Faz isso exibindo com orgulho a identidade mais pura do projeto
“Confessions II” é uma celebração e uma reivindicação da música pop em geral e da carreira de Madonna em particular. É uma defesa da espiritualidade encontrada na música eletrônica
Essa generosidade transparece em dez canções atemporais e artesanais, onde letras meticulosamente elaboradas encontram seu veículo na voz do autor. Guille Galván afirma que o mais difícil foi justamente encontrar a maneira ideal de vocalizar seus textos acompanhado por seu violão — um ato de fé nessa etapa.
Um lançamento que abre e fecha com as duas melhores faixas do álbum, “Simmatar” e “The Bard”, que melhoram a impressão geral que, ao longo do caminho, se torna agridoce com faixas um tanto anedóticas como “Automaton”, “Burr”, “Huzzah!” ou a tentativa progressiva de “MaryQ ”