Chegamos à nossa 10ª coluna neste prestigiado site sobre música, cinema e cultura pop em geral. Aproveito o momento para renovar o agradecimento pelo convite, feito pelo editor William Robson, e também agradecer a interação dos leitores, ora com críticas, ora com elogios. Seguimos sem deixar a baqueta cair.
Freddie Mercury, líder do Queen, morreu de Aids em novembro de 1991. Dali em diante a banda praticamente deixou de se apresentar, limitando-se a apresentações esporádicas em especiais de TV e shows comemorativos, sempre contando com cantores de renome substituindo Freddy Mercury, como George Michael e Elton John.
Em 2004, contudo, o guitarrista Brian May estava disposto a reativar o Queen, inclusive com shows e gravações de discos. Para tanto convidou o vocalista Paul Rodgers, da banda Bad Company. O projeto “Queen + Paul Rodgers”, que durou de 2004 a 2009, rendeu três discos ao vivo e um de estúdio, “The Cosmos Rocks” (2008).
Dois anos após, a banda lançou outro projeto, o “Queen + Adam Lambert”, um cantor e compositor egresso do programa American Idol. Inclusive foi essa formação que tocou no Rock in Rio em 2015. Em 2020 eles lançaram o disco ao vivo “Live Around the World”. O projeto segue de pé, inclusive com turnê à vista pela América do Norte e Japão.
Já Paul Rodgers ainda gravou dois discos com o Bad Company e dois em carreira solo. No próximo dia 22 de setembro ele lançará mais um disco solo, “Midnight Rose”, com oito faixas.
