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Dessa vez, o encontro com o público será diferente: voz, violão e proximidade. Um show pensado para revisitar clássicos da banda em versões mais cruas e emocionais, além de possíveis surpresas no repertório

Por: Redação

A voz que embalou gerações no rock cristão brasileiro está de volta a Mossoró. Kim, vocalista da Catedral, se apresenta no dia 1º de maio, em formato intimista, no palco do Teatro Dix-huit Rosado.

Dessa vez, o encontro com o público será diferente: voz, violão e proximidade. Um show pensado para revisitar clássicos da banda em versões mais cruas e emocionais, além de possíveis surpresas no repertório.

A produção é da Eclipse 84, que já iniciou a movimentação nos bastidores. Antes mesmo da abertura oficial do primeiro lote, cem ingressos foram disponibilizados exclusivamente para seguidores da produtora no Instagram — estratégia que reforça o caráter especial da apresentação. A pré-venda oficial começa no dia 19.

Catedral: três décadas de estrada e milhões de ouvintes

Formada no fim dos anos 1980, a banda Catedral construiu uma trajetória sólida dentro do rock nacional, ultrapassando as fronteiras do segmento gospel e dialogando com o público pop. Com letras existenciais, românticas e espirituais, o grupo emplacou músicas como “Eu Amo Mais Você”, “A Tempestade e o Sol” e “Tchau”, tornando-se presença constante nas rádios dos anos 1990 e 2000.

À frente da banda, Kim se destacou não apenas pelo timbre marcante, mas pela capacidade de transitar entre o rock melódico, o pop e baladas de forte apelo emocional. Influenciado por nomes do rock britânico e do pop internacional, o vocalista ajudou a moldar uma sonoridade que equilibra densidade e acessibilidade.

Com mais de três décadas de carreira, a Catedral soma dezenas de álbuns e uma base fiel de fãs espalhada pelo Brasil e também no exterior. Mesmo com as transformações da indústria musical, a banda manteve relevância, adaptando-se aos novos formatos digitais sem perder identidade.

 Clima de reencontro

O formato voz e violão promete uma experiência mais próxima do público mossoroense. Em vez da potência da banda completa, a proposta é destacar as histórias por trás das canções, os arranjos minimalistas e a conexão direta com quem acompanha a trajetória do artista há anos.

Para Mossoró, não é apenas mais um show. É um reencontro com uma fase importante do rock nacional que marcou juventudes, rádios e festivais pelo país.

Com produção cuidadosa e expectativa de casa cheia, a apresentação do dia 1º de maio deve entrar para a agenda cultural da cidade como uma noite de memórias, fé, romantismo e rock em sua forma mais essencial.