BDD no Jazz e Blues

Rosa Passos e Analu são atrações que marcam a programação deste sábado de carnaval; BDD traz todos os detalhes do festival

Por: Myrna Barreto, especial para o BDD

Enquanto boa parte do país acelera no ritmo das orquestras de frevo, dos trios elétricos e dos blocos de rua, Guaramiranga, localizada no Ceará, mantém uma tradição que já perdura 27 anos de festejos embalados pelos sons do jazz e blues. Estamos falando do Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga que chega a mais uma edição reafirmando o seu potencial de celebrar a música em sua forma sensível e inventiva prestigiando artistas locais, nacionais e internacionais.

Entre o friozinho da serra, cafés cheios e ruas que respiram arte, o festival reúne artistas nacionais e internacionais em uma programação que atravessa gerações, estilos e linguagens — do jazz mais tradicional às fusões contemporâneas, do blues visceral às experimentações afro-diaspóricas.

Mais do que uma alternativa ao Carnaval, o evento consolida-se como um dos encontros musicais mais relevantes do Nordeste, movimentando a economia e fortalecendo o intercâmbio cultural.

Para este ano vários os destaques na programação que vão desde jovens talentos como Analu a artistas já consagrados como Beto Guedes, Rosa Passos, Fauzi Beydoun, Moacir Bedê, Cleivan Paiva e tantos outros.

Acompanhe nos próximos dias mais detalhes sobre tudo o que está acontecendo nesta edição do Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga.

 

PROGRAMAÇÃO

DIA 14/02 (SÁBADO)

 

16h – ESCADARIA DA IGREJA MATRIZ

Murmurando e Adelson Viana – Show: De cá pra lá

Nicolas Krassik – Show: Em Cenas

 

21h – TEATRO MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA

Analu

Rosa Passos – Show: Suíte Brasileira

 

DIA 15/02 (DOMINGO)

 

16h – ESCADARIA DA IGREJA MATRIZ

 

Fauzi Beydoun – Show: Bossa, Reggae & Blues

Claudio Oliveira, Felipe Cazaux e Roberto Lessa – Show: Tributo aos Kings

 

21h – TEATRO MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA

 

Thiago Almeida Quinteto – Show: A Voz do Som

Orquestra Cabulosa convida Caetano Brasil

 

DIA 16/02 (SEGUNDA-FEIRA)

 

16h – ESCADARIA DA IGREJA MATRIZ

 

Jazzera – Show: Mosaico Musical

Moacir Bedê e convidados – Show: 40 Anos de Música

Beto Guedes – Show: Página 43

 

21h – TEATRO MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA

 

Adriano Azevedo e Miquéias dos Santos – Show: Chão

Momi Maiga Quartet

 

DIA 17/02 (TERÇA-FEIRA)

 

9h – IGREJA DA GRUTA

 

Cleivan Paiva e Cláudio Mappa – Show: “CRATERDAM” 70 anos de Cleivan Paiva

 

10h – PRAÇA DO TEATRO MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA

 

Dona Zefinha – Show: La Charanguita

 

11h – IGREJA MATRIZ

 

Tâmara Lacerda e Ranier Oliveira – Show: Nosso encontro

 

 

 

 

 

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CINCO ARTISTAS REVELAM

O QUE ESTÃO PREPARANDO PARA O SHOW EM GUARAMIRANGA

 

Intimidade, celebração e travessias autorais no palco.

 

01

ANALU

 

Clima intimista e escuta atenta

 

Show pensado para o ambiente do festival.

Repertório que atravessa:

 

— Músicas autorais

— Clássicos da MPB (Djavan e Gil)

— Arranjos com diálogo direto com jazz e blues

— Releituras conectadas às raízes brasileiras

 

Atmosfera: orgânica, sensível e intensa na entrega.

 

02

CLEIVAN PAIVA

 

Emoção e conexão com o público

 

Um show que revisita sua trajetória artística.

 

— Canções autorais

— Algumas inéditas

— Composições de fases anteriores

— Trabalhos mais recentes

 

Essência: proximidade e verdade no palco.

 

03

BETO GUEDES

 

50 anos do primeiro álbum

 

Prévia do espetáculo comemorativo de carreira.

 

No repertório:

 

— Amor de Índio

— Sol de Primavera

— Sal da Terra

— Lumiar

 

Clima: celebração e coro coletivo.

 

04

ROSA PASSOS

 

Suíte Brasileira

 

A essência da turnê como travessia por sua obra.

 

— Diálogo com grandes compositores

— Canções autorais

— Concerto íntimo e sensível

— Valorização do silêncio e da escuta

 

Proposta: tocar o coração do público.

 

05

MOACIR BEDÊ

 

Show inteiramente autoral

 

— Músicas instrumentais

— Canções com Lorem Gualda

— Participação de Elisválio Pereira

 

Experiência: plural, colaborativa e musicalmente aberta.

 

 

EXPECTATIVAS E RELEVÂNCIA DO FESTIVAL

Artistas refletem sobre o impacto do evento

 

01

ANALU

 

Encontro e escuta

 

Participação simbólica e positiva.

Destaca o festival como espaço real de encontro entre artistas e público, fortalecendo a cena musical e valorizando a escuta atenta.

 

Visão: experiências profundas e trocas artísticas e humanas.

 

02

CLEIVAN

 

Satisfação no palco

 

Expectativa de uma noite marcada por realização e conexão.

 

Visão: entrega sincera e celebração do momento.

 

03

BETO GUEDES

 

Espaço democrático

 

Enxerga o festival como ambiente onde o público revisita artistas consagrados e descobre novos repertórios.

 

Valoriza a oportunidade de apresentar seu trabalho a novas plateias.

 

Visão: troca musical e ampliação de público.

 

04

ROSA PASSOS

 

Escuta e celebração coletiva

 

Destaca o festival como território de escuta verdadeira e celebração da música como experiência compartilhada.

 

Ressalta a descentralização cultural e a diversidade musical.

 

Visão: troca humana entre artistas e público.

 

05

MOACIR BEDÊ

 

Diversidade fora do circuito comercial

 

Defende o papel do festival na promoção de estilos musicais que não ocupam o mercado tradicional.

 

Enfatiza o fomento à diversidade cultural.

 

Visão: espaço essencial de divulgação e resistência artística.

 

 

EXPECTATIVAS & RELEVÂNCIA

O QUE O FESTIVAL REPRESENTA?

 

Escuta, diversidade e encontros que atravessam o palco.

 

 

01

ANALU

 

Encontro e escuta

 

Participação simbólica e positiva.

Festival como espaço real de encontro entre artistas e público.

 

Experiências profundas e trocas humanas.

 

 

02

CLEIVAN

 

Satisfação no palco

 

Expectativa de uma noite marcada por realização e conexão.

 

Celebração do momento ao vivo.

 

 

03

BETO GUEDES

 

Espaço democrático

 

Possibilidade de rever artistas consagrados e descobrir novos repertórios.

 

Apresentar seu trabalho a novas plateias.

 

Troca musical e ampliação de público.

 

 

04

ROSA PASSOS

 

Escuta e celebração coletiva

 

Música como experiência compartilhada.

 

Valorização da descentralização cultural e da diversidade.

 

Troca humana verdadeira.

 

 

05

MOACIR BEDÊ

 

Diversidade fora do circuito comercial

 

Promoção de estilos que não ocupam o mercado tradicional.

 

Fomento à pluralidade cultural.

 

Espaço de divulgação e resistência artística.

 

 

Myrna Barreto em cobertura especial | @bolsadediscos