Disco

Gravado de forma analógica na garagem de Dave Grohl, o álbum apostou em uma sonoridade crua, direta e sem firula, como nos velhos tempos. O resultado? Um dos trabalhos mais elogiados da carreira do grupo

Por: Redação

No dia 12 de abril de 2011, o Foo Fighters soltava no mundo “Wasting Light”, disco que não só reafirmou a força da banda, como também virou um dos grandes clássicos do rock moderno.

Gravado de forma analógica na garagem de Dave Grohl, o álbum apostou em uma sonoridade crua, direta e sem firula, como nos velhos tempos. O resultado? Um dos trabalhos mais elogiados da carreira do grupo.

Com faixas como “Rope”, “Walk”, “These Days” e “Bridge Burning”, o disco trouxe riffs pesados, refrões gigantes e aquela mistura de agressividade com emoção que virou assinatura da banda.

“Wasting Light” ainda contou com a presença de Krist Novoselic, ex-Nirvana, e produção de Butch Vig, o mesmo nome por trás de “Nevermind”.

Esse é um trabalho que serve como um lembrete de que mesmo em plena era digital, o rock ainda pode soar cru, alto e absolutamente relevante