Há exatos 30 anos, em 2 de março de 1996, o Brasil parava diante de uma das maiores tragédias da história da música nacional. Um acidente aéreo na Serra da Cantareira tirou a vida de todos os integrantes do Mamonas Assassinas, no auge de um sucesso meteórico que transformou cinco jovens irreverentes em fenômeno cultural.
O vocalista Dinho tinha apenas 24 anos. O guitarrista Bento Hinoto, 25. O baixista Samuel Reoli, 22. O baterista Sergio Reoli, 26. E o tecladista Julio Rasec, 28 anos. Jovens, talentosos e donos de uma energia que contagiou o Brasil inteiro em questão de meses.
Com apenas um álbum lançado, os Mamonas quebraram padrões, misturaram rock com humor escrachado e transformaram irreverência em fenômeno cultural. Lotaram shows, dominaram a mídia da época e mostraram que era possível fazer o país rir, cantar e celebrar ao mesmo tempo.
Três décadas depois, a dor da perda ainda ecoa, mas o legado permanece vivo. As músicas continuam atravessando gerações, provando que, mesmo com uma trajetória curta, os Mamonas Assassinas conquistaram um lugar eterno na história do rock brasileiro.
